São
pessoas secas como o deserto pregando sobre um Deus que tem poder para
transformar o chão árido num manancial; são homens e mulheres pregando
restauração sem antes serem, eles mesmos, reavivados pela Palavra; são pastores
que cada vez mais se esquecem dos “princípios” por conta de todas as
“vantagens” que lhes são oferecidas nos púlpitos; líderes pregando sobre
santidade e compromisso, embora isso não seja o que de fato lhes caracteriza;
doutores em teologia, mas analfabetos em amor, compaixão, mansidão e bondade;
pregadores que anulam a mensagem de Deus dando mais ênfase ao pensamento de
homens.
Os profissionais da religião quase sempre se caracterizam pela
eloquência no falar, pelos trajes refinados e pela total ausência de autoridade
e poder em suas ministrações! Eles adoram movimentos estranhos, inventados por
eles mesmos. Como lhes falta conhecimento bíblico, passam boa parte do tempo –
que deveria ser usado para expor as verdades bíblicas – promovendo um
entretenimento gospel. Os profissionais da religião exigem que a igreja, além
do salário, custeie o pagamento do seguro de seus carros enquanto se negam a
liberar uma cesta básica para uma família necessitada. Os profissionais da
religião cobram presença permanente nos cultos, mas os da sua casa podem
frequentá-los quando desejarem. Os profissionais da religião são aqueles que se
autopromovem o tempo todo. Gente vazia, sem conteúdo, oca, que acorda e veste
uma máscara de “simulações múltiplas” e que deixa um rastro de infidelidade e
mau testemunho por onde passa. Perderam o temor, o respeito e por não mais
encontrá-los, se acostumaram a ser forasteiros do evangelho de Cristo. Vivem
num bang-bang promocional de dar dó. E o mais catastrófico nisso tudo é que
eles fizeram dos púlpitos o palco ideal para brincar de tiro ao alvo!!!

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